Exercer
nossa cidadania na observação e cobrança da providência do equilíbrio econômico
do país, é uma tarefa que todos
deveríamos praticar em modelos diversos, mas com igual critério para qualquer
cidadão. Cada um a seu modo, daríamos forma à nossa reivindicação nos moldes do
respeito e da educação, mas sem deixar de exercer nossos direitos à informação
e à ação que o governo nos deve. O fato é que cidadania em país socialcomunista
esquerdopata, contaminado pela corrupção que já vem de cima, é uma quimera, é... utopia mesmo. Nossos
compatriotas adormecidos, só acordam na hora do futebol. São guerreiros de
arquibancada.
De
tanto rever matérias publicadas todos os dias, dando conta com tanta fartura de
informações, dos números da nossa economia, todo brasileiro poderia ter, pelo
menos uma noção do que nos aguarda cada dia que amanhece.
Não é
possível que as pessoas não prestem atenção no movimento (melhor dizendo, na
falta de movimento) das lojas ultimamente. Não é possível que sejam tão alheios
aos números que são publicados nas notícias diariamente. Não é possível que
sejam indiferentes às etiquetas de preços nas roupas, nos alimentos, nos
remédios... enfim nos gêneros de primeira, segunda, terceira necessidade e sabe-se lá em quantas
categorias poderíamos classificá-los.
Em “O
PIB Desce Ladeira a Baixo” http://ossamisakamori.blogspot.com.br/2015/06/o-pib-desce-ladeira-abaixo.html, o autor informa entre outras coisas importantes, que
o Brasil pratica taxas de juros entre as mais altas do mundo. Isso significa
que o homem comum que sai às ruas, e que não goza do empréstimo com juros
dourados do BNDES para fazer suas compras diárias, fica mais pobre e devedor a
cada dia.
O
brasileiro comum, está inserido num modelo de vida propício a enxergar melhor o
comércio varejista do que os grandes empreendimentos, pois que estes não são
privilégios das classes mais simples. A crise chegou ao setor dos dois lados:
Para o cidadão que compra e para o empresário que precisa enxugar as despesas a
fim de prover a sobrevivência da empresa.
O
ciclo parece ir se fechando nesse ponto. O comércio e a indústria demitem, o
cidadão não cumpre seus compromissos, que se transformam em dívidas caras pelos
juros impagáveis. As empresas fecham, o mercado se encolhe. Uma olhada nos
jornais de hoje vai trazer à vista, números de demissões surpreendentes. Nos últimos dois meses, grandes lojas como C&A, Riachuelo e
Marisa registraram números de demissões bem assustadores.
O
governo parece querer destruir todo tipo de estímulo e processo produtivo.
Jamais vou entender o raciocínio de quem despreza a verdade de que “o que gera
emprego é empresa”. Uma vez quebrada
essa economia, sobra o agronegócio que vai para o ralo quando submete os
produtos aos preços de mercado interno e internacional e isso é aplicado em
qualquer nível. O país das “commodities” se quebra em seus mais elementares
negócios. Por fim, o funcionalismo público não sustenta a economia em lugar
nenhum.
Finalmente
dividido e a meio passo da derrota total, o Brasil estremece nos últimos
suspiros de esperança de progresso, enquanto sua governante pleiteia
cordialidade da maior nação democrática do mundo. O país sofre as pressões da
administração errada, do abuso, da arrogância e do planejamento maquiavélico de
destruição.
Por: Mônica Torres
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Publicado originalmente em: Ossami Sakamori Blogspot